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Vargem

Principais caraterísticas

Pertencente ao município de Baependi, MG


Riquezas Naturais:

Morro do Chapu

Número de habitantes:
Atividades Predominantes: pecuaria leiteira e agricultura
Infraestrutura e serviços: Escola de 1o Grau, Igreja, Posto de Sade, Ginsio de Esporte (em construo), campo de futebol, Laticnio Congonhal, coreto, linha de nibus
Principais Festas: ----------------------------------------------------



 

Histórico

 A comunidade da Vargem teve seu início motivado pelas suas várzeas férteis, propícias para a agricultura. Os primeiros que lá chegaram estabeleceram cultivos de subsistência. Logo a atividade leiteira também se mostrou produtiva e se disseminou na região onde hoje se localizam os povoados da Lage, Chapéu e Congonhal, vizinhos à Vargem.

O núcleo populacional mais adensado na Vargem é conhecido pelos moradores como “A Rua” e teve início com a família de Dona Tita. Há quatro anos, “A Rua” foi pavimentada com paralelepípedos, em razão do lugar ter um tráfego mais intenso, devido à concentração do comércio (5 estabelecimentos: vendas, bares, padaria), a que se soma a existência da escola e da igreja. Também é ali que se localiza o único telefone público, instalado em 1983. Em 1981, a luz elétrica chegou ao povoado e “A Rua” recebeu sua iluminação pública. Um segundo núcleo populacional menos adensado e ainda não pavimentado, conhecido como Vila, também recebeu iluminação pública na mesma época.

O comércio era historicamente desenvolvido com a cidade de São Lourenço, para onde tropeiros viajavam por cerca de oito horas, noite adentro, chegando com suas mercadorias pela manhã. Eles eram moradores locais, que adquiriam os produtos com seus vizinhos (galinhas, porcos, cabritos, toucinhos, queijos) e revendiam ao comércio e à rede hoteleira da estância hidromineral. O Sr. Ismael, por exemplo, manteve-se nessa atividade por 25 anos.

Há 30 anos, alguns moradores da comunidade vizinha do Ribeirão visitaram a Vargem e indicaram que o lugar era apropriado para o cultivo da cenoura, como no Ribeirão. A produção de cenoura abriu um grande ciclo produtivo, que empregava homens e também muitas mulheres da Comunidade. Caminhões venciam as dificuldades de acesso (um morador antigo contou que era preciso abrir 60 porteiras para chegar até Baependi!) e levavam a produção para o Rio de Janeiro. As terras utilizadas para esse cultivo da cenoura se localizavam aos pés da Serra do Cigano, lugar de água farta e terra nova, descoivarada (roçada e queimada), o que possibilitava o não uso de adubos e outros insumos. A semeadura se fazia direto na terra arada, sem canteiros, e a colheita, segundo relatos, era fácil devido ao fato de a terra ser muito fofa. Com o advento das restrições ambientais em relação ao uso de capoeiras e ao manejo de coivaras (queima), a produção de cenoura foi minguando ano a ano e hoje ninguém mais no lugar produz cenoura comercialmente, o que teve um forte impacto, principalmente no emprego das mulheres.

Agente do projeto em Vargem: Gilmara
Cargo/função:-------------------------
E-mail: -------------------------
Contato: -----------------------------

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